quinta-feira, 13 de março de 2014

Supere suas crises




Muitas vezes as crises parecem impossíveis de sempre controladas, principalmente quando se tá no início, que começa bater aquele desespero enorme, em achar que terá que conviver com isso o resto da vida ou que vai morrer com isso. NÃO você não morre de síndrome do pânico, ninguém nunca morreu e nunca morrerá, e SIM ela pode ser curada e controlada. 
É normal e compreensível, que cada um precisa de um tempo para aceitar e lutar contra isso, no meu caso eu quando me descobri com SP, já fui correndo buscar todos os tipos de ajuda, porque um dia a mais com aquilo, parecia uma eternidade. É tanta angustia, tanto medo, e o pior sem razão nenhuma, pelo menos para os outros né!!? mas pra gente não há nada pior que uma crise!

A SP costuma aparecer após traumas, como um luto, um assalto, um acidente, uma turbulência no avião, entre outros. Mas como no meu caso, surgiu sem mandar aviso e 'aparentemente' do nada! Porque nada é por acaso, depois que a gente se pergunta o porque a gente ver quantas coisas acumulamos, quanto nos esquecemos da nossa saúde mental.  E o que me deixa mais triste é saber que o número de pessoas atingidas por isso é cada vez maior, e tende a piorar, devido ao estresse e pressa do dia a dia. 

Não se acostume com as crises, não aceite elas, todos somos capaz de controlar nossos pensamentos e medos, não deixe que eles o controle. Procure ajuda de qualquer tipo, tudo vale quando é para o nosso bem, e claro reveja seus conceitos, sua vida e veja o que pode melhorar, o que você deve esquecer para ter uma mente mais sã. 





 O que me dava forças era saber que muitas pessoas passam anos com isso, mas que muitas também se livram pra sempre. Só você pode sair dessa, então não relaxe com as crises, não fique trancando em casa e se topando com remédios, porque isso está apenas aliviando os sintomas, e prologando sua dor. 

Eu nunca quis me fazer de coitadinha, pelo contrário, sempre quis ser durona demais, e isso também não é bom! Mas só quero deixar claro, que não adianta se fazer de coitada diante das dificuldades, mesmo quando estamos nos sentindo um lixo, fracas ou para baixo, temos que pensar que somos fortes, e com fé tudo passa, tudo se supera. Quantas pessoas passam por isso e não tem essas informações, que não sabem nem o que se passa, e acaba convivendo com isso pra sempre, em uma angustia eterna!





E outras tantas que estão passando por momentos muito piores. Não é 'porque eu?' e sim 'porque não eu'. Tudo na vida tem um porque e pra tudo se tira um aprendizado. Eu tento repetir isso pra mim todos os dias, porque sei muito bem que não é nada fácil, mas lembre-se sempre ISSO TAMBÉM PASSA.




Beijinhos, contato- rayssadalla@gmail.com

domingo, 9 de março de 2014

Como encarar a Síndrome do Pânico!


Quem me conhece sabe que eu sou o estresse em pessoa, e também sou super ansiosa. Esses fatores pré dispõe os ataques de pânico. E difícil uma pessoa que sempre teve o temperamento forte, tentar se equilibrar em algumas situações. Confesso que ainda tô tentando desenvolver essa calma. Por enquanto sem muito resultado. rs



No começo das minhas crises, passei muito tempo sem sair de casa e sem levantar da cama, porque achava que ia desmaiar. ( ainda bem que estava no período de férias da faculdade). Só comecei a sair para ir as consultas, mas sempre passava mal, com aquela vontade enorme de voltar pra casa. Nas minhas consultas com a psicologa, ela sempre dizia pra eu ir quebrando um obstaculo por vez, começava a sair com alguém, pra passar pouco tempo, depois voltava pra casa. Gente sabe o que é isso pra uma pessoa de 22 anos, que fazia tudo que era necessário sozinha? você se senti totalmente dependente das pessoas, porque você sempre acha que vai passar mal e que não pode tá sozinha! Bom, então fui seguindo o conselho dela, saia apenas pra comer, perto de casa e com amigos. Muitas vezes, me senti mal voltava pra casa e pensava em desistir, mas eu parava e pensava: vou passar resto da vida em casa?  E minhas férias estavam acabando, iria pro meu ultimo semestre, com festa de formatura, tudo pago, não podia trancar a faculdade. Então fui tentando aos poucos. 
Logo depois, começou as aulas, que como estava no ultimo semestre, ia só para o estagio, no hospital referencia em traumas, muitas tragédias, jovens em coma... e eu ia muito mal, com falta de ar, meio zonza, mas não podia ter muitas faltas. Primeiro eu tinha vergonha de dizer pras pessoas o que eu tinha, medo de ser julgada. Depois fui estudando muito sobre a doença, e vi o quanto era normal, famosos ou milhões de pessoas estavam desenvolvendo esse tipo de síndrome, devido aos estresses do dia  a dia. E quando eu me senti mas a vontade pra contar pra pessoas que convivia comigo, isso me fez ficar mais tranquila, porque se eu passasse mal, eles já saberiam o porque. Com o tempo, foi passando.. Mas não foi fácil, alias de fácil não tem nada. É indescritível, eu tentar dizer como são as crises, como a gente se senti, só sabe quem já sentiu. É um desespero tão grande, que as vezes a gente até pensa em morrer pra poder parar com aquela angústia, que vai te matando aos poucos. 



Depois de tantas crises e angústias, eu aprendi o quanto é importante você exercitar a mente e está de bem com você mesma. Porque a mente quando ela quer, ela te aprisiona, ela te machuca de uma forma que mais ninguém pode machucar. Ela faz você pensar que é um medíocre, faz você se sentir sem forças pra viver, faz você pensar em desistir. Se você não reagir, você vai conviver com isso pra sempre, e isso eu não desejo pra ninguém.




Então não tenha vergonha de dizer o que você senti pras pessoas mais próximas, se passar mal peça ajuda, não fique passando por isso sozinha, pois essa carga e muito grande. Divida com as pessoas que você ama e confia. 
Não tenha vergonha de tomar remédios, de pedir auxílio espiritual e médico. Porque pior que isso, é ter que conviver por muito tempo com essas crises. Elas podem e devem ser controladas, sei que é muito difícil, mas tente manter a calma, e controlar suas respirações, inspire e expire profundamente. Quando mais você se desesperar, mas você vai se sentir pior, mas você vai ter medo! Lembre-se isso não é real, você não está morrendo, isso é psicológico. Por mais que pra gente seja realidade, e o pior pesadelo possível, mas você não vai morrer, não vai desmaiar, mantenha o equilibrio, pois só você pode controlar suas crises.






sábado, 8 de março de 2014

Amizade na alegria e na tristeza?




Eu ultimamente conversei com algumas pessoas que estão ou passaram por momentos dificies, como o pânico, depressão, entre outros.. e sempre ouço que o que acaba doendo mais é a ausência dos amigos. As pessoas muitas vezes, estão ao nosso lado, nas festas, nas farras, nas alegrias, mas dificilmente permanecem na dor. Todo mundo se decepciona com amizade uma vez na vida, afinal quem não erra? quem não espera? mas nesse momento já nos sentimos tão fragilizadas, tão pra baixo, que é como estar no fundo do poço, e não ver nenhuma cordinha pra se agarrar. Como dói a solidão.



 Apenas temos que parar pra pensar e entender, que se esses amigos não permaneceram na dor, na verdade nunca houve amizade alguma. Não se pode avaliar uma amizade só em momentos felizes não, porque quem não quer ta curtindo, bebendo, dançando? agora quem quer ta consolando, sair mais cedo de uma festa porque a sua amiga não tá se sentindo bem, se ela estava 'normal' há 5 minutos atras? Quem é que entende isso? Só quem sente. Infelizmente, não tem como resumir esse sentimento pra ninguém, quem não entende, graças a Deus nunca passou por isso, e espero que não passe. E assim, os 'amigos' acabam se afastando, dizendo que é frescura, que tá de saco cheio, ou simplesmente somem.

É impossível não sentir essa dor, não sentir falta de uma pessoa que você achava que poderia contar e não tá mais ali, porque você não está no seu melhor momento. Mas por outro lado, valorize quem ficou.. não dê valor a quantidade, se restou apenas um, ele vale por todos juntos. Feliz é naquele que tem um ombro amigo/irmão pra chorar. E aqueles que se forem, já vão tarde. Dê valor a quem ta com você nos momentos ruins, sua família e amigos verdadeiros. Esses SIM valem a pena. 


Ninguém sabe o que se esconde por trás de um sorriso...





Infelizmente, vivemos em uma sociedade completamente preconceituosa e julgadora. Sempre apontando o dedo e procurando defeitos nas pessoas. Na realidade, quem não julga? e temos a mania de julgar o que é desconhecido para nós!
Quando alguém desenvolve a depressão, há um que digam: - se levanta dessa cama - vai fazer alguma coisa - isso é falta do que fazer - precisa tomar remédio não, isso é o médico querendo te viciar.
Até que a pessoa tenta reagir, sair para se sentir melhor, aí.. - que depressão é essa? eu vi fulano ontem morrendo de dançar - bebe que tu melhora, precisa tomar remédios não.
Muitos julgam, mas poucos sabem o que se passa na mente de uma pessoa que não está bem com seu interior, tudo parece sem graça, nada tem valor. E isso não é simplesmente uma tristeza normal, é um vazio tão grande, que nada consegue preencher. E não adianta tentar julgar julgar, achar que é só se levantar da cama e tomar um banho que as coisas mudam. Quem dera! 
O melhor é a pessoa ir atrás de profissionais capacitados para que seja avaliado a necessidade ou não de uma terapia medicamentosa. E claro, uma base espiritual é essencial, para quem tem fé! você sentir uma base, ter um alicerce, é como renovar suas forças.
 Muitas vezes, passamos por momentos difíceis que acumulamos coisas sem perceber, uma separação, uma briga, um trauma de infãncia... e de tanto nossa mente não conseguir mais acumular tanta coisa, ela acaba pedindo 'ajuda' através de sintomas físicos. Esse já é o estopim para se procurar ajuda. Não adianta querer comparar as emoções, muitas vezes várias pessoas passam por situações iguais, como por exemplo uma turbulência forte no avião, umas desenvolvem o medo absurdo de avião, outras estão viajando na outra semana. Cada pessoa tem seus medos, suas angustias, seu passado.. você não pode e nem deve julgar aquilo que você não viveu, que você não conhece. A primeira coisa que pensamos quando estamos passando por esse momento é - como eu sou fraco - mas não, somos fortes. E devemos na fraqueza, renovar nossas forças, e tentar mudar o que precisa mudar. Não adianta se fazer de coitado, e nem de forte demais, se aproxime de amigos verdadeiros, família, porque isso sim dá uma força enorme, a pior coisa é se sentir sozinha, saber que não tem ninguém pra contar, as vezes das pessoas que mais esperamos, não vem nada, mas do que a gente mesmo espera, vem uma fortaleza! Então não se lamente, pense em quantas coisas você tem, quantas pessoas estão em situações piores que a sua. E VIVA a vida, pense que isso é passageiro, apenas se você quiser, pois você tem forças sim para lutar contra isso! 


quinta-feira, 6 de março de 2014

Sabendo mais sobre SP...



De causa desconhecida, esse tipo de transtorno de ansiedade provoca ataques constantes de medo intenso. Gerado por estresse, ansiedade, medo. Os sintomas são semelhantes a um ataque cardíaco, dor no peito, taquicardia, falta de ar, sensação de nó na garganta, tremores, sudorese, e claro medo. Não preciso pesquisar pra saber os sintomas, pois já sei da pior forma, sentindo...
Muitos falam: - Ai que besteira isso, se eu soubesse que era psicológico, ignorava e pronto ou então - Isso é muito é frescura, coisa de gente que não tem o que fazer. Apesar disso atingir muito artistas e muito a população em geral, ainda é bem discriminado, como depressão ou qualquer outro transtorno da mente.

Li um texto que achei bem interessante: 
Acreditem em mim: se você começar a medir seu próprio pulso achando que alguma coisa está errada, você está com síndrome do pânico; se você tem receio de fechar a porta do quarto ou banheiro com medo de que algo horrível aconteça, você está com síndrome do pânico; se você acha que está ficando louco ou que pode perder o controle sobre si mesmo e fazer algo horrível, você está com síndrome do pânico; se seu coração disparar, suas pernas tremerem, seu queixo bater, você começar a suar frio, sentir falta de ar e partes do seu corpo formigarem, você está com síndrome do pânico.Se você tiver receio de viajar para um local distante onde o acesso a um hospital é difícil, você está com síndrome do pânico; se alguma dessas sensações ocorrer do nada ou quando você está parado no trânsito ou dentro de um túnel, você está com síndrome do pânico. Se você está com medo de tomar remédio tarja preta, com um intenso medo dele um dia parar de fazer efeito, você está com síndrome do pânico.


Assim como uma novalgina neutraliza a febre, os remédios para depressão neutralizam pensamentos aterorizantes, resgatando um estado de espírito suportável e compatível com o cotidiano. Durante um estado depressivo, os minutos demoram a passar, uma sensação de estranheza toma conta do seu ser, as outras pessoas parecem incrivelmente fortes, pensamentos suicidas passam por sua mente, atitudes antes simples passam a requerer um esforço desumano, a impotência e a culpa por sentir-se depressivo são imensas, a fadiga enorme, a mente fica confusa e inquieta etc.

Por isso, ATENÇÃO FAMILIARES E AMIGOS: sejam solidários e atenciosos, respeitem muito o que vocês graças a Deus desconhecem, tenham paciência, levem a pessoa de imediato a um médico ou grupo de ajuda, estudem o assunto e, por favor, não façam julgamentos idiotas. Um dia desses vou escrever sobre tudo aquilo que não deve ser dito a quem está com depressão, mas adianto que pedir para pararmos de frescura ou sermos fortes é a pior coisa que vocês podem fazer.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

...Obstáculos.




...sempre me achei muito independente, "dona de si", quando me vi com medo, me senti tão acuada, eu vi que precisava de alguém, que só em não está sozinha, eu já me sentia bem melhor, pois sempre estava esperando uma nova crise, pois ela surge sem avisar. Me sentia tão pequena, tão sozinha, vi o quando precisava da minha família, só assim teria um suporte, uma base. As vezes, parecia que as coisas estavam indo bem, e logo vinha uma recaída, pior do que cair, e se levantar novamente com a certeza que você vai cair de novo. Quantas vezes eu chorei implorando a Deus pra tirar aquele sofrimento de mim, eu o questionava tanto.. porque eu? o que eu fiz pra merecer isso? Com o tempo mudei a pergunta e passei a me questionar - o que eu posso aprender com isso? como posso crescer em cima dessa dor? o que preciso mudar para me tornar uma pessoa inteira?  E assim aumentei minha fé, que vem ainda sendo construída pouco a pouco... pois sem ela, não sei como seriam meus dias!!!! pois só ela me acalma e me faz ter esperando de dias melhores. Eis, que tive que reagir, pois estava voltando as aulas, e ia começar meu último semestre de enfermagem! Como foi difícil, lembro que acordava já passando mal, e mesmo assim tinha que pegar o carro sozinha e ir para o estágio, mas eu tentava me acalmar pensando - pelo menos já estou no hospital, se acontecer alguma coisa.  Em um dia qualquer, tive o prazer de conhecer um paciente muito especial, Douglas, um adolescente que levou um tiro na cabeça em um assalto, ficando completamente dependente, sem expressar nem um sinal de reação. Ao conversar com a mãe dele, vi o tamanho de sua fé, que mesmo passando por aquela dificuldade manteve sua fé firme e sempre com pensamente positivo. Então me questionei, eu com um problema muito menor que o dela, passo o dia me queixando e essa mulher com tanto sofrimento, apenas agradece pelo filho dela estar vivo.. Me senti tão fraca e pequena, que passei apenas a pedir a Deus apenas força e fé, e não mais piedade... foi muito difícil voltar a sair de casa, as crises eram piores, passei a tomar muitos calmantes para não faltar muito as aulas, e sempre tentava me manter tranquila e firme...porque minha dor, não precisa ser exposta pra ninguém.... Os amigos, alguns se afastaram, graças a Deus, porque se não estão na dor, é porque nunca se teve amizade alguma, e é muito difícil as pessoas aceitarem e respeitarem, é chato, confesso.... a gente se senti um peso... porque a nossa mente faz isso, se você não a comanda, ela vai querer te comandar...

Aceitar / Reagir

....Além da situação ter sido bem complicada no início, pois vem varias duvidas e incertezas, a primeira delas é: será que tô louca? até que ponto posso chegar? tem cura? quando tempo vou ter que viver com isso? então fui aprofundando meus estudos em psiquiatra tentando diminuir minha ansiedade e meu medo em relação a isso. Claro que também procurei uma psiquiatra e uma psicologa. Foi difícil aceitar tomar medicamentos como antidepressivo, tarja preta... porque aparece o medo de ficar dependente pra sempre daquilo, mas pior do que eu tava, não podia ficar, e eu estava disposta a tudo pra me livrar daquele sofrimento. Primeiramente, decidi conversar com minhas amigas mais próximas para que soubessem o motivo do meu afastamento, uma delas em especial me ajudou muito ( guigui, minha amiga irmã) que depois de muito insistir me fez sair de casa e ir para um grupo de oração católico chamado Um novo caminho, onde faço parte até hoje. Bom, nunca fui uma mulher de muita fé, mas como dizem se aproximamos de Deus no amor ou na dor,  comigo foi na dor!!! Minhas amigas não entendiam muito bem do assunto, como muitos, mas tentei explicar da forma mais amena possível com medo de parecer  uma louca psicótica, e ate hoje tem muitas coisas que são guardadas somente pra mim.  Com o passar do tempo, fui tentando controlar as crises, o que não é uma tarefa fácil... já que ela chega inesperadamente e de forma brusca. Uma das minhas piores crises foi quando estava na sala de espera para minha primeira consulta com um novo psiquiatra (sim, já fui em vários hehe) estava com minha mãe, e senti uma crise muito forte, uma falta de ar muito grande, e eu pensei - PRECISO DE OXIGÊNIO, se não vou morrer aqui! - desesperada pedir pra minha mãe ir comigo a emergência pois estava me sentindo muito mal. Ao chegar, como sempre observei, e é uma realidade, o descaso com pacientes com esse tipo de doença, esperei muito tempo, até que tomei uma dose forte de um calmante, APRAZ, e fui pra casa. É difícil saber que aquilo não é um cura, que você ta longe disso, ou talvez nunca a alcance, que aquele medicamente não vai poder curar seus medos, suas dores, apenas vai fazer você entrar em um descanso profundo, mas ao despertar, tudo volta. Outro momento que me recordo bem, foi em uma noite que acordei suando muito, com muita falta de ar, dor no peito, e tremia muito... pensei muitas vezes em acordar as pessoas pra pedir ajuda, mas pensei que não ia adiantar nada ir aos hospital, ver o mesmo descaso, ser dopada e voltar pra casa, então decidi tomar meu calmante com uma dose dupla, e tentar me acalmar... quando amanheceu, me rendi e dormi....